Ex-Tarifário vale a pena para a sua importação de maquinário?
Como funciona a redução de alíquota, quais bens se enquadram e qual o tempo médio de tramitação do pleito.
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Escolher a modalidade errada de Radar é o tipo de economia que cobra caro depois: a operação para justamente quando o volume cresce.
Nenhuma empresa importa ou exporta no Brasil sem estar habilitada no Siscomex. O Radar é essa habilitação, e ele define, entre outras coisas, o volume que a empresa pode movimentar dentro de um período.
Voltada a perfis específicos, com análise simplificada. É a porta de entrada mais rápida, mas serve a um conjunto restrito de situações.
Estabelece um teto de movimentação. Atende bem quem está começando ou importa esporadicamente. O risco é justamente o teto: quando o negócio cresce, ele aparece na pior hora.
Sem teto de valor, mas com exigência maior de comprovação de capacidade financeira e regularidade fiscal. É o que sustenta operação recorrente e de volume.
Se a empresa já está habilitada e o teto começou a apertar, existe caminho para revisão. O ponto é fazer isso com antecedência, porque revisar limite com carga a caminho é receita de armazenagem cara.
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O que a Receita olha, quanto tempo costuma levar e o que dá para adiantar antes de a carga ser selecionada.
Ler artigoFale agora com um despachante da GM. Sem formulário, sem fila e sem robô no meio.