Do documento à entrega no seu galpão.
A operação inteira sob um interlocutor só. Recepção e conferência de documentos, emissão da declaração, liberação no recinto e acompanhamento da entrega até o seu endereço.
Importar bem é encadear etapas que ninguém vê.
A parte visível da importação é a carga chegando. A parte que decide o custo acontece antes: conferência documental, enquadramento fiscal, licenciamento quando o produto exige, e o encadeamento com o embarque lá fora.
A GM conduz esse encadeamento de ponta a ponta, nas duas direções. Na importação, da recepção do documento à entrega. Na exportação, do acompanhamento do trâmite à emissão e averbação da DU-E.
E cobre os casos que fazem muita gente recusar o processo: maquinário usado, bagagem desacompanhada, nacionalização de contêiner e drawback.
Uma operação, um interlocutor.
Você deixa de montar quebra-cabeça com quatro fornecedores que não conversam entre si.
Sem vácuo entre etapas
Documento, registro, liberação e transporte na mesma casa. Ninguém empurra responsabilidade para o elo seguinte.
Casos atípicos aceitos
Usado, desmontado, superdimensionado ou com regime especial. O que trava outros despachantes aqui é rotina.
Previsibilidade de custo
Você recebe a estimativa completa antes, com tributos, armazenagem e transporte separados.
Exportação sem retrabalho
DU-E emitida e acompanhada até a averbação, sem descobrir pendência depois do navio zarpar.
Como a operação anda.
O mesmo fluxo vale para importação e exportação, mudando apenas o sentido.
Planejamento
Antes de embarcar, definimos enquadramento, licenciamento necessário e estimativa de custo total da operação.
Documentação
Recepção, conferência e ajuste dos documentos com o exportador ou importador do outro lado.
Registro e liberação
Emissão da declaração, acompanhamento do canal e liberação da mercadoria junto ao recinto aduaneiro.
Entrega e prestação de contas
Transporte até o destino combinado e devolução do processo documentado para a sua contabilidade.
Dúvidas de quem está começando a importar.
As perguntas que mais aparecem na primeira operação.
O valor aduaneiro é a base de cálculo dos tributos e inclui, além do preço da mercadoria, frete e seguro internacionais conforme o Incoterm negociado. Não é simplesmente o número da invoice.
Pode, com regras específicas e análise prévia. É um dos casos que mais exige repertório, porque envolve laudo e enquadramento próprio.
É um regime que suspende ou elimina tributos sobre insumos importados que serão usados na fabricação de produtos destinados à exportação. Reduz custo, mas exige controle rigoroso de comprovação.
Depende do Incoterm acordado com o fornecedor. Essa escolha muda quem paga o quê, onde o risco passa de mão e como o valor aduaneiro é montado.
Sim. A retirada no recinto e o transporte até o endereço final fazem parte do acompanhamento, com posição de status no caminho.
Trinta anos na mesma praça.
Estar em Itajaí não é endereço no rodapé. É vantagem operacional.
Você fala com especialista
Sem central de atendimento e sem robô. Seu processo tem um responsável com nome, telefone e conhecimento do seu produto.
Classificação conferida antes
NCM errada custa multa, tributo a maior e dias de carga parada. A conferência acontece antes do registro, não depois do problema.
Trinta anos de repertório
Exigência incomum, carga atípica, regime especial pouco usado. É provável que a gente já tenha resolvido esse caso antes.
Conte a operação. A gente devolve o caminho e o custo.
Origem, mercadoria e prazo já bastam para começar. O resto a gente pergunta.
Sua carga chega segunda. Já sabe quem vai liberar?
Fale agora com um despachante da GM. Sem formulário, sem fila e sem robô no meio.